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HORÁRIO DE ATENDIMENTO Segunda a Sexta: das 11h às 19h

Os testes respiratórios para intolerância alimentar são exames fundamentais quando precisamos investigar sintomas digestivos recorrentes, como gases, distensão abdominal, diarreia ou desconforto após as refeições.

Vejo muitos pacientes que chegam ao consultório relatando que certos alimentos “não caem bem”, mas não conseguem identificar exatamente quais são os gatilhos. Nessas situações, os testes respiratórios para intolerância alimentar ajudam muito a entender o que está acontecendo no intestino.

O que são os testes respiratórios para intolerância alimentar?

Os testes respiratórios para intolerância alimentar são exames que avaliam a fermentação de determinados carboidratos no intestino, medindo os gases expelidos na respiração.

Quando um carboidrato não é bem digerido, ele é fermentado pelas bactérias intestinais, gerando gases como hidrogênio e metano. Esses gases passam para a corrente sanguínea e são eliminados pelo pulmão, permitindo sua medição.

Como funciona a medição de gases expelidos

Durante o teste, o paciente ingere uma solução contendo o carboidrato específico (lactose, frutose, entre outros). Em seguida, é feita a coleta do ar expirado em intervalos regulares. O aparelho mede as concentrações de hidrogênio e metano presentes no ar, indicando se houve má digestão ou fermentação excessiva.

Exames utilizados para diferentes tipos de carboidratos

Existem diferentes testes respiratórios para intolerância alimentar, dependendo do carboidrato avaliado. Os mais comuns são:

  • Teste para lactose (intolerância à lactose)
  • Teste para frutose
  • Teste para sacarose
  • Teste para sorbitol

Quando os testes são indicados?

Os testes respiratórios para intolerância alimentar são indicados em casos específicos, especialmente quando há suspeita de má digestão de carboidratos.

Sintomas como gases, dor abdominal, diarreia ou distensão

Pacientes que relatam gases em excesso, sensação de estufamento, diarreia ou dor abdominal após consumir certos alimentos podem se beneficiar muito desses exames.

Dificuldade digestiva após refeições específicas

Aqueles que percebem desconforto após consumir leite, frutas ou doces com adoçantes, por exemplo, podem ter uma intolerância específica que ainda não foi identificada.

Como é feito o exame?

A realização dos testes respiratórios para intolerância alimentar é simples, mas exige alguns cuidados.

Etapas, preparo e duração do teste

No dia do exame, peço que o paciente venha em jejum de 8 a 12 horas, evitando medicamentos, antibióticos, fibras e adoçantes nos dias que antecedem o teste.

O paciente realiza uma primeira coleta do ar expirado (basal). Em seguida, ingere a solução com o carboidrato a ser testado. Ao longo de aproximadamente 2 a 3 horas, são feitas coletas do ar expirado a cada 20 a 30 minutos.

Interpretação dos resultados

Um aumento significativo na concentração de hidrogênio ou metano indica fermentação excessiva e má digestão do carboidrato ingerido. Esses dados ajudam a confirmar a intolerância e orientar o plano alimentar.

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Atendimento presencial em consultório localizado no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.

Perguntas Frequentes

Os testes respiratórios para intolerância alimentar podem ser feitos para lactose, frutose, sacarose, sorbitol e outros carboidratos específicos.

As bactérias fermentam o carboidrato não digerido no intestino, gerando hidrogênio. Esse gás entra na corrente sanguínea e é eliminado pelos pulmões, permitindo a medição no ar expirado.

Sim. O jejum é fundamental para garantir resultados confiáveis. Também oriento evitar certos alimentos e medicamentos nos dias anteriores.

Além do jejum, peço que o paciente evite exercícios intensos, álcool e alimentos fermentativos no dia anterior ao exame.

Sim. Um dos testes respiratórios para intolerância alimentar mais comuns é o de frutose, usado em pacientes que relatam desconforto após frutas ou alimentos adoçados.

Pode. Esses são sintomas muito frequentes em intolerâncias alimentares, além de gases, dor abdominal e alterações nas fezes.

Não. Ele complementa a avaliação clínica. O histórico detalhado do paciente é essencial para escolher o teste adequado e interpretar os resultados de forma correta.

Em média, entre 2 e 3 horas, dependendo do protocolo e do carboidrato avaliado.

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