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HORÁRIO DE ATENDIMENTO Segunda a Sexta: das 11h às 19h

O teste de saliva, também chamado de sialometria, é um exame simples e muito útil para avaliar a quantidade de saliva produzida em repouso. A saliva tem um papel essencial na saúde da boca, na digestão e até na proteção contra bactérias.Recebo muitos pacientes que relatam boca seca persistente, dificuldade para engolir ou alterações no paladar. A sialometria é uma ferramenta importante para entender melhor essas queixas e direcionar o tratamento.

O que é o teste de saliva (sialometria)?

A sialometria é um exame que mede objetivamente a quantidade de saliva produzida em um determinado período, geralmente em repouso. É uma avaliação rápida e não invasiva, que pode trazer informações valiosas.

Exame simples e não invasivo

Durante o exame, o paciente fica em repouso e, por um tempo determinado, coleta a saliva em um recipiente. A coleta é feita de forma tranquila, sem necessidade de anestesia ou qualquer intervenção que cause dor.

Para que serve a avaliação da saliva

A saliva tem funções importantes: lubrificação da boca, auxílio na deglutição, proteção contra microorganismos, equilíbrio do pH bucal e início do processo digestivo. Quando a produção diminui, podem surgir problemas como boca seca (xerostomia), maior risco de cáries, halitose e dificuldade para engolir alimentos.

Quando esse exame é indicado?

A sialometria não é indicada para todos, mas é muito valiosa em casos selecionados.

Casos de boca seca persistente

Pacientes que relatam sensação de boca seca constante, mesmo bebendo água com frequência, podem ter uma redução na produção salivar. Esse sintoma pode estar associado a uso de medicamentos, alterações hormonais, doenças autoimunes (como síndrome de Sjögren) ou até refluxo.

Avaliação em pacientes com alterações digestivas orais

Pacientes que sentem dificuldade para engolir ou notam alterações no paladar também podem se beneficiar da sialometria, já que a saliva participa ativamente no início da digestão e na percepção do sabor.

Como a sialometria é realizada?

O procedimento é muito simples e pode ser feito no consultório.

Etapas do exame e tempo de coleta

Durante o teste, peço para o paciente ficar sentado, em repouso, sem estímulos como falar ou mastigar. A saliva vai sendo coletada em um recipiente ao longo de 5 a 10 minutos. Depois, medimos o volume total, o que permite calcular a taxa de produção por minuto.

Interpretação dos resultados

A interpretação é feita considerando valores de referência para a quantidade salivar. Uma produção inferior ao esperado indica hipossalivação, o que pode ajudar a direcionar o diagnóstico e o tratamento.

Importância clínica da avaliação salivar

A sialometria vai muito além de medir apenas o “quanto” de saliva o paciente produz.

Relação com halitose, quimioterapia, diabetes e digestão

A redução na produção salivar pode favorecer o desenvolvimento de halitose, já que a saliva ajuda a limpar restos alimentares e controlar bactérias.

Pacientes em quimioterapia ou com diabetes descompensado também podem apresentar boca seca, aumentando o risco de infecções e cáries.

Além disso, a saliva contém enzimas que participam da digestão inicial dos alimentos. Quando há redução na produção, a digestão começa prejudicada, e isso pode se refletir em sintomas como sensação de estômago cheio, náuseas ou dificuldade para engolir.

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Atendimento presencial em consultório localizado no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.

Perguntas Frequentes

A sialometria serve para medir a quantidade de saliva produzida em repouso e avaliar possíveis causas de boca seca ou alterações digestivas orais.

Produção inferior a 0,1 ml/min é considerada baixa. Esses valores ajudam a definir se existe hipossalivação e orientar o tratamento.

Não dói e não é invasivo. Recomendo apenas não comer ou beber nada (exceto água) nas duas horas que antecedem o exame.

Praticamente todos os pacientes com queixa de boca seca ou alterações no paladar podem realizar. Em crianças, é necessário avaliar caso a caso.

Medicamentos, síndrome de Sjögren, diabetes, doenças hormonais, alterações neurológicas e refluxo gastroesofágico são algumas causas comuns.

Sim. A baixa produção salivar pode ser um fator importante na origem da halitose, ajudando a planejar o tratamento adequado.

Sim. Ela contém enzimas que ajudam a quebrar carboidratos e facilita a formação do bolo alimentar, fundamental para uma deglutição eficaz.

Quando o paciente relata boca seca frequente, dificuldade para engolir, alterações no paladar ou quando há histórico de infecções bucais repetidas.

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